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Samstag, 30. Juni 2007AS QUADRILHAS NO PODERA corrupção institucionaliza brasileira não se detém diante de nada. Os escândalos se sucedem e a mídia se concentra naqueles que dão mais Ibope. Assim, passou quase em branco o absurdo da decisão da 7ª vara da Justiça Federal em Brasília, através da qual Abrolhos perde a sua zona de proteção, ficando vulnerável a atividades potencialmente predatórias. Isso, justamente uma semana após os blá, blá, blás comemorativos da semana do meio ambiente. Vergonha para todo um povo que só sabe reclamar mas não move sequer um dedinho para mudar esse estado de coisas. A decisão infame foi motivada por ações da prefeitura de Nova Viçosa (BA) e de Caravelas (BA) que atualmente movem diversos processos contra as medidas de conservação na região. Com a decisão, Abrolhos perde a sua zona de proteção, ficando vulnerável a atividades predatórias de todos os tipos. O Parque Marinho de Abrolhos é considerado um dos mais completos e ricos hábitats aquáticos do planeta. Nele, estão todas as espécies de corais existentes no Brasil, alguns dos quais não são encontrados em nenhum outro lugar do mundo. Seu perímetro é de 70 mil quilômetros quadrados e, além dos corais, abriga várias espécies endêmicas (que só ocorrem ali), como crustáceos e moluscos, além de tartarugas e mamíferos marinhos ameaçados de extinção, como as baleias jubarte. A batalha para a preservação de Abrolhos começou em 2002 quando a Agência Nacional de Petróleo (ANP) lançou um edital de licitação internacional para exploração de gás e petróleo no País. Entre as áreas “oferecidas”, 243 "blocos" (22,7°/0) estavam na região de Abrolhos e do banco de corais adjacente chamado Royal Charlotte. Imediatamente, ONGs, técnicos do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente se mobilizaram para evitar a exploração no local. Foram feitos inúmeros estudos que geraram um documento técnico: "Avaliação de impactos da exploração e produção de hidrocarbonetos no Banco de Abrolhos e adjacências". Esse documento serviu de base para que o então Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa da Bahia, deputado Zilton Rocha solicitasse uma ação cautelar, para excluir a região de Abrolhos da licitação da ANP. A ação foi acatada pela justiça Federal em agosto de 2003. O problema começou com a criação da zona de amortecimento do Parque Marinho de Abrolhos. (Portaria 39). SÓ QUE... ESSA “ZONA DE AMORTECIMENTO “AFETAVA” DIRETAMENTE OS NEGÓCIOS DO SENADOR JOÃO MOTA!!!!! Ele, a mulher, dois filhos e duas netas são sócios da Cooperativa dos Criadores de Camarão do Extremo Sul da Bahia, denominada pelo nome fantasia de Coopex. Criada em 2003, a cooperativa tem um capital social registrado em cartório de 1 milhão de reais. Tem como objetivo implantar um projeto de carcinicultura (criação de camarões em tanques de água salgada) no litoral do município, atividade altamente nociva ao meio ambiente. A portaria 39 do Ibama atrapalhava os planos do senador. É a partir daí que começou a estranha relação de interesses entre seis senadores baianos e capixabas. Ela só veio à luz quando se soube da existência de um projeto de decreto legislativo que tramitava rápido e tranqüilo pelas sombras do Senado Federal e os labirintos da corrupção. Ela previa a anulação da Portaria 39 que visa proteger o MA da região de atividades comerciais predatórias. Entre os signatários do projeto de decreto legislativo estão mais dois senadores do Espírito Santo, Magno Malta (PL) e Marcos Guerra (PSDB). Também assina o documento a turma do PFL da Bahia no Senado: Antonio Calos Magalhães, César Borges e Rodolpho Tourinho. Todos alegam que o objetivo do decreto é derrubar “uma ingerência indevida do Ibama” sobre uma região com grande "potencialidade econômica". Pois a quadrilha pode cantar vitória, mais uma. Como um câncer, a corrupção parece se estender a todos os poderes brasileiros. E nós estamos bancando essa corrupção. Só um senador custa 33,4 milhões de reais/ano para os cofres públicos. É NOSSO DINHEIRO! Que deveria estar sendo investido na educação, na saúde, na proteção do Meio Ambiente, no futuro do país. E os nababos do senado ainda legislam em causa própria, sua ganância não tem limites. E AÍ ME PERGUNTO: CADÊ A MÍDIA? E ONDE ANDAM NOSSOS BRIOS, NOSSA RESPONSABILIDADE, NOSSO ESPÍRITO DE CIDADANIA QUE DEIXA UMA NOTÍCIA DESSAS PASSAR QUASE EM BRANCO, COMO SE NÃO FOSSE NADA? Sonntag, 24. Juni 2007VAMOS TIRAR A BUNDA DA CADEIRA SIMSAIBA A DIFERENÇA ENTRE PEDIR 100 REAIS E DEVER 100
MAS PARA ACABAR COM ESSA FARRA! Samstag, 23. Juni 2007O DESAFIODia 21/6/07 a Ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, fez uma palestra para os alunos do curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro. Falando sobre o tema “Meio Ambiente e o Desenvolvimento do Brasil”, a ministra afirmou ser o Brasil um país privilegiado por sua potência ambiental mas que as nossas riquezas estão em grande contraste com os graves problemas sociais. Ela considera necessário buscar formas de promover o crescimento econômico em bases sustentáveis para geração de emprego e renda, combater as desigualdades sociais e preservar, ao mesmo tempo, os recursos naturais!!!! Ela se refere a um grande desafio quando diz "O desenvolvimento não deve ser colocado em oposição à proteção ambiental e vice-versa". Essa palavra, desafio, nós a conhecemos bem. Ela é citada sempre, como uma desculpa velada para não se resolver nada. Como se existissem forças superiores e intransponíveis impedindo o enfrentamento do desafio, impedindo a resolução dos problemas. Assim, o apagão aéreo já mereceu muitas vezes essa palavra. E a corrupção, a máfia dos bingos, a violência generalizada, a penúria na saúde e na educação, tudo isso é um desafio, pelo menos nos discursos políticos. Palavrinha danada essa. E a maioria dos brasileiros vai engolindo. Poucos tentam analisar o tipo de desafio e se realmente ele existe. Se analisarem vão encontrar, na maioria das vezes só incompetência, irresponsabilidade e corrupção. A própria Marina, no seu discurso mostra o óbvio ululante, como dizia Nelson Rodrigues. Quando considera necessário buscar formas de promover o crescimento econômico em bases sustentáveis para geração de emprego e renda, combater as desigualdades sociais e preservar, ao mesmo tempo, os recursos naturais!!!! Isso Ministra, É O TURISMO! O turismo seria a forma de conciliação mais racional para a resolução dos problemas apresentados, ou seja: geração de renda, sustentabilidade a longo prazo, preservação do Meio Ambiente. Só que isso ela não diz, prefere falar num hipotético, absurdo, quase intransponível ”desafio”. Mas a realidade é que o mundo procura novos destinos turísticos e o momento é este. Catástrofes naturais, terrorismo e guerras tiraram do mapa turístico inúmeros países e regiões. Lugares pacíficos e exóticos, com biodiversidade preservada e que se preocupam com a educação ambiental e com a educação em geral, parecem ser o novo destino preferido dos turistas. Nova Zelândia e Costa Rica são exemplos disso mas existem vários outros. Mesmo exercendo uma políca econômica predatória o Brasil já seria o destino turístico no 1 do mundo SE NÃO FOSSE A VIOLÊNCIA! Ah, esqueci, esse é o outro desafio! Turismo vale milhares de vezes mais do que qualquer produto saqueado da natureza por mais atraentes que sejam as perspectivas de lucro rápido. O produto que é vendido ao turista não apenas continua lá mas vai agregando valores ao longo dos anos, isso é sustentabilidade. E o turismo é o setor responsável pela melhor distribuição de renda: todos ganham, do grande empresário ao pipoqueiro! Temos também o dever de gerenciar de forma inteligente, consciente e responsável o patrimônio ecológico e paisagistico que herdamos e que temos a obrigação de passar às gerações futuras. ESSE É O NOSSO PRODUTO MINISTRA!!! E PARTE DA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DE HOJE E DE AMANHÃ. A OUTRA PARTE, INFELIZMENTE, DEPENDE DO GOVERNO, DEPENDE DE VOCÊS! Dienstag, 19. Juni 2007NO REINO DE LULA...
Criação de vagas reacende a briga de petistas e aliados políticos por indicações.
Leonencio Nossa BRASÍLIA - Um dia depois de aumentar o salário das 21.563 pessoas que ocupam função de confiança no governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a criação de mais 626 cargos comissionados. Os aumentos da última segunda-feira dos cargos ocupados por pessoas indicadas, geralmente, por políticos e autoridades chegaram a 139,75%. A decisão de criar mais vagas nos chamados cargos comissionados - ou Direção e Assessoramento Superior (DAS) - reacende a briga de petistas, aliados e afilhados políticos do Palácio do Planalto por cargos cujos salários vão de R$ 1,9 mil a R$ 10,4 mil. Com a medida, a despesa extra da máquina pública será oficialmente de R$ 23,2 milhões por ano. Neste ano, o gasto chegará a R$ 13,5 milhões. A autorização de Lula para criar os DAS foi publicada de forma camuflada na edição desta terça-feira, 19, do Diário Oficial da União. Os novos cargos foram estabelecidos pela Medida Provisória 377 que cria a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, pasta que será ocupada pelo ex-crítico do governo Roberto Mangabeira Unger. Do total de DAS criados, 83 ficarão sob o comando de Mangabeira. O restante para a Sudene e Sudam (140) e para a Secretaria do Patrimônio da União (224). Veja abaixo como foi feita a divisão dos cargos de confiança criados nesta terça-feira e quanto paga cada um após receberem o aumento na última segunda: DAS-6: 4 cargos - que tiveram aumento de 37,93%, de R$ 7.575 para R$ 10.448; DAS-5: 65 cargos - que tiveram aumento de 32,01%, de R$ 6.363 para R$ 8.400; DAS-4: 116 cargos - que tiveram aumento de 30,57% , de R$ 4.898 para R$ 6.396; DAS-3: 192 cargos - que tiveram aumento de 139,75% , de R$ 1.575 para R$ 3.777; DAS-2: 200 cargos - que tiveram aumento de 79,38% , de R$ 1.403 para R$ 2.518; DAS-1: 49 cargos - que tiveram aumento de 60,47% , de R$ 1.232 para R$ 1.977. 5:43 PM Sonntag, 17. Juni 2007CRETINICEAo que parece, "o modo de funcionamento" das elites políticas e econômicas têm critérios de valores (e outros) tão peculiares que nunca estarão ao alcance da compreensão dos cidadãos comuns. É pura ilusão tentarmos compreender ou tirarmos conclusões baseados naquilo que nos é dado acompanhar pela mídia. Vou tentar simplificar para dar um exemplo, citando os fatos pela ordem: 1. No dia 13 de junho a British Petroleum publicou um relatório segundo o qual as reservas de petróleo garantirão os próximos 40 anos de consumo. 2. Isso foi contestado pela Oil Depletion Centre de Londres que dirige um grupo de “cientistas críticos”. 3. O diretor desse centro de cientistas contestadores é o geólogo Colin Campbell, ex vice- presidente de várias companhias petrolíferas (BP, Shell, Fina, Exxon, Chevron Texaco). Ele afirmou ao jornal The Independent, que a produção de petróleo mais barato e fácil de extrair chegou em 2005 ao seu ponto mais alto e está em declínio. Que alcançará sua cota máxima nos próximos quatro anos e cairá em seguida de modo drástico o que acarretará uma reviravolta, também drástica, para a economia mundial e o estilo de vida dos cidadãos. 4. O principal analista econômico da BP, Peter Davies, também citado pelo Independt discordou: "Não achamos que haja problemas absolutos de recursos. Quando chegarmos a essa situação, pode ser que ela se deva a um forte aumento do consumo ou a uma nova política de combate à mudança climática, não a um limite na produção".
6. Aí é que entra, a meu ver, a parte mais importante. Colin Campbell encerrou uma carreira à frente de várias companhias petrolíferas e hoje está à frente de um grupo de "cientistas críticos". Como mudou de lado, ele agora critica abertamente a análise da BP. E justifica: “QUANDO EU ESTAVA À FRENTE DE UMA COMPANHIA PETROLÍFERA, NUNCA DIZIA A VERDADE. NÃO FAZIA PARTE DO JOGO””
E nós, que temos direito apenas a tomar conhecimento de uma infinidade de "relatórios", de "estudos", de "análises", cada um "provando" o que bem entendem, como ficamos? É muita cretinice. Montag, 11. Juni 2007TUDO É TROCAA natureza, com todos os seres forma um todo.
Todos fazem alarde do pouco que fazem, trocam acusações, exigem compensações, e vão deixando a resolução dos problemas para o ano seguinte, para as décadas seguintes, para as gerações seguintes... Assim, é quase impossível manter alguma esperança. Para reverter os sombrios prognósticos que pesam sobre o planeta, seria necessária uma rápida conscientização mundial, começando pelos Chefes de Estado e isso, após mais um encontro dos G8, parece utopia. Eles ainda não compreenderam que fazemos todos parte do meio ambiente. Que a terra é um circuito fechado, que tudo depende de tudo. NÃO!!!! A natureza não dá nada, na natureza tudo é troca, interdependência. É isso que cria os ecosistemas, é isso que torna a vida possível. Samstag, 9. Juni 2007PREOCUPAÇÃO AMBIENTAL...Uma “pesquisa” de âmbito mundial(?) publicada recentemente nos jornais aponta que o brasileiro é o povo mais preocupado com o Meio Ambiente! Isso me deixou estupefata. Como isso é possível? Perguntei. Alguém brincou que é porque a Globo anda falando muito disso... Gostaria muito de saber como essa preocupação se manifesta. O povo está mudando seus hábitos? Está exigindo políticas mais severas para a proteção do MA? Que nada. No Brasil, até preocupação pode ser de brincadeirinha. Querem um exemplo? Anchieta possui um imenso patrimônio ecológico e paisagístico. Temos um dos manguezais mais bem preservados do ES, rica bacia hidrográfica com nascentes, rios e lagoas, lindas praias, sendo algumas com desova de tartarugas, remanescentes de mata atlântica, etc. Pois os prognósticos são sombrios. O governo do Estado, cuja campanha foi bancada pela Vale do Rio Doce e outras multinacionais (boazinhas, né?), sacrifica o que temos de mais precioso para incrementar a indústria pesada, em nome do "crescimento econômico." O poder público dos municípios só pensa no dinheiro e o povo, ah, o povo! Não está nem aí! Tendo pão e circo todo mundo tá mais do que feliz! A maioria dos municípios não possui nem um conselho de Meio ambiente, como manda a lei. E, quando têm são, na maioria, compostos pelas vaquinhas de presépio dos prefeitos. Mas de pão e circo nossos gestores entendem. Está presente até nas pseudo-ações ambientais. Assim, não faltam comemorações no dia do Meio ambiente. Esse ano teve até uma caminhada onde não faltou a presença de grandes predadores e mercenários locais, daqueles que vêem a natureza só como mercadoria. Debochados e sorridentes, ostentavam camisetas ambientalistas. Organizaram também, como todos os anos, um seminário de MA! Começa sempre cedinho, com um blá, blá, blá dos políticos que é de fazer dó porque, além de serem totalmente ignorantes na matéria, ela nem lhes inspira criatividade. Tem palestras o dia todo, entremeadas de lanchinhos saborosos. Para não correr o risco de falar pra moscas, eles cuidam para que boa parte das cadeiras sejam ocupadas (na primeira hora pelo menos, quando o prefeito e alguns vereadores pilantras dão o ar da graça), por alunos das escolas locais que, juntamente com seus professores, debandam logo após o primeiro lanche oferecido pela Samarco. Se não fosse o lanche, seria fatalmente pior. Aí só ficariam as vaquinhas de presépio do prefeito e os poucos ambientalistas marginalizados que tentam, ano após ano, em ocasiões com essa, saber mais sobre a realidade ambiental de Anchieta. Mas isso é tabu! TABU!!! As palestras são geralmente interessantes mas abordam estritamente o genérico ou são sobre o "meio ambiente dos outros.” Dessa vez uma das palestras foi sobre zoneamento, mas claro, nadinha sobre o zoneamento de Anchieta! Pelo andar da carruagem nosso zoneamento será simples: tudo vai virar área industrial! Deve ser o sonho do governador, o sonho dos prefeitos de todos os municípios! Grande, imensa zona industrial, mega-nova-Macaé, cobrindo grande parte de todo o litoral capixaba! Como sempre, estava previsto “um debate” para encerrar o seminário. Um debate? Como? Com quem? Sobre o quê, se o que nos interessa não pode ser abordado? Para discutir a situação do planeta, bonito, né? O desmatamento da Amazônia? Mais do que válido em outras circunstâncias, mas porque não podemos saber nem debater os problemas do nosso município? E onde estão as pessoas que poderiam responder às nossas questões? A noite vai caindo e os que restam estão cansados, entediados. Não é a toa que marcam o debate para o fim... ele nunca acontece. Só ficaram aqueles que foram para trabalhar ou obrigados a ficar até o fim (vaquinha de presépio tem suas obrigações). Todos só querem uma coisa: que aquilo acabe logo. Mas estou certa de que todos esses protagonistas, se perguntados para efeitos de uma pesquisa, dirão que estão muito preocupados com o meio ambiente!
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Comentários
Mo, 28.08.2006 15:46
Roberto Luquini, obrigada pela s suas palavras. Só hoje posso responder-lhe pois estive, ma is uma vez, com problema [...]
Fr, 11.08.2006 19:49
É, Ilda, pelo visto a luta con tinua, né? Se houvesse mais ge nte como você nesse nosso Bras il, o país seria outro. [...]
Sa, 15.04.2006 05:06
Je sais que tu es très critiqu e sur les actions écologiques des sociétés, mais je ne parta ge pas tout à fait ton a [...]
Mi, 15.03.2006 19:43
Oi mae, qual e o endereco web do PROGAIA?
Mo, 27.02.2006 20:49
Vielleicht gibt es ja doch noc h ein Hoffnung für die Menschh eit??